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03 de julho de 2015, 18h19

Após ofensas a Dilma, professor de Stanford (EUA) chama atenção para ‘fascismo’ nas agressões

Paulo Blikstein, que é professor da universidade norte-americana onde Dilma sofreu as agressões, escreveu uma carta em que fala sobre o ambiente em que ocorreram as ofensas e chama a atenção para os excessos desse tipo de "oposição". "Entre erros e acertos do governo e da oposição, há um erro que ambos devem evitar a todo custo: ignorar o perigo do crescimento desse tipo de ideologia violenta e fascista, normalmente acompanhada de homofobia e racismo".