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08 de agosto de 2017, 17h32

Temer pede ao STF a suspeição de Rodrigo Janot

De acordo com advogado de Temer, "Estamos assistindo a uma obsessiva conduta persecutória".

De acordo com advogado de Temer, “Estamos assistindo a uma obsessiva conduta persecutória”. Da Redação* O jornal Folha de São Paulo informa que Michel Temer pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Uma petição foi entregue à corte nesta terça-feira (08) em meio ao inquérito do “quadrilhão” do PMDB. “Já se tornou público e notório que a atuação do PGR, em casos envolvendo o presidente, vem extrapolando em muito os seus limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa. Não estamos, evidentemente, diante de mera atuação institucional”, escreveu Antônio Cláudio Mariz, advogado de Temer,...

De acordo com advogado de Temer, “Estamos assistindo a uma obsessiva conduta persecutória”.

Da Redação*

O jornal Folha de São Paulo informa que Michel Temer pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Uma petição foi entregue à corte nesta terça-feira (08) em meio ao inquérito do “quadrilhão” do PMDB.

“Já se tornou público e notório que a atuação do PGR, em casos envolvendo o presidente, vem extrapolando em muito os seus limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa. Não estamos, evidentemente, diante de mera atuação institucional”, escreveu Antônio Cláudio Mariz, advogado de Temer, no pedido ao Supremo.

Para a defesa do presidente, a motivação de Janot é “pessoal”.

“Estamos assistindo a uma obsessiva conduta persecutória”, acrescentou Mariz.

O embate entre Temer e o procurador-geral teve início em maio deste ano, por causa da delação premiada de sete executivos da JBS.

O empresário Joesley Batista gravou o presidente no Palácio do Jaburu, áudio que fez parte da colaboração feita com procuradores.

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Após as revelações feitas pelo grupo, Janot abriu investigações sobre Temer e o denunciou pelo crime de corrupção passiva –rejeitada pela Câmara dos Deputados.

Mais duas denúncias que têm o peemedebista como foco ainda são esperadas: de organização criminosa e obstrução de Justiça.

Para Mariz, o auge do conflito foi quando o procurador-geral pronunciou a frase “enquanto houver bambu, lá vai flecha”, em um congresso de jornalistas em São Paulo.

“Portanto, provar é de somenos, o importante é flechar”, disse Mariz.

*Com informações da Folha

Foto: Lula Marques / AGPT

 

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