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11 de janeiro de 2018, 07h45

“Toda hora querem me matar, mas estou ótimo”, diz Michel Temer

Em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, emedebista admite que muitos brasileiros desejam sua morte, mas diz que sua saúde vai “bem, obrigado”: “Passei por três cirurgias, tive infecção no fim do ano e nem pude passar quatro dias na praia, como gostaria, mas estou ótimo. Embora toda hora alguém queira me matar”.

Em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, emedebista admite que muitos brasileiros desejam sua morte, mas diz que sua saúde vai “bem, obrigado”: “Passei por três cirurgias, tive infecção no fim do ano e nem pude passar quatro dias na praia, como gostaria, mas estou ótimo. Embora toda hora alguém queira me matar”. Da Redação* Rejeitado por 97% dos brasileiros, Michel Temer tem plena consciência de quer ser visto pelas costas pela população. Meio sério, meio de brincadeira, ele reclamou das versões pessimistas sobre sua saúde: “Passei por três cirurgias, tive infecção no fim do ano e nem pude passar quatro...

Em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, emedebista admite que muitos brasileiros desejam sua morte, mas diz que sua saúde vai “bem, obrigado”: “Passei por três cirurgias, tive infecção no fim do ano e nem pude passar quatro dias na praia, como gostaria, mas estou ótimo. Embora toda hora alguém queira me matar”.

Da Redação*

Rejeitado por 97% dos brasileiros, Michel Temer tem plena consciência de quer ser visto pelas costas pela população. Meio sério, meio de brincadeira, ele reclamou das versões pessimistas sobre sua saúde: “Passei por três cirurgias, tive infecção no fim do ano e nem pude passar quatro dias na praia, como gostaria, mas estou ótimo. Embora toda hora alguém queira me matar. Uns por vontade mesmo, outros por desinformação”.

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Em entrevista à jornalista Eliane Cantanhêde, do Estado de S.Paulo, Temer reclamou da “traição” de antigos aliados e revelou que seu sonho é minar ainda mais a democracia brasileira, aprovando o semipresidencialismo.

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Seu plano para o último ano de mandato é, além de aprovar a reforma da Previdência, “continuar com as medidas que tomamos para recuperar o País, não só no Congresso, mas também por decisões administrativas”. No fim, o sonho de amenizar o “presidencialismo de coalizão”, que deixa os presidentes reféns de partidos e de pressões populistas. A forma será um projeto de “semipresidencialismo”, mas “isso fica para adiante”.

*Com informações do Estado de S.Paulo e do Brasil 247

Foto: Lula Marques/AGPT/Fotos Públicas

 

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