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29 de abril de 2019, 20h56

Trabalhadores do Metrô de SP adiam greve

Paralisação que estava prevista para esta terça-feira (30) foi adiada em uma semana; metroviários reivindicam reajustes salariais e melhorias nos benefícios

Foto: Reprodução
Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (29), trabalhadores do Metrô de São Paulo decidiram adiar a greve inicialmente prevista para acontecer nesta terça-feira (30). De acordo com o Sindicato dos Metroviários, a paralisação de 24 horas deverá acontecer no dia 7 de maio. Os trabalhadores reivindicam melhorias nos salários e nos benefícios, como Vale Alimentação e Vale Refeição, que não tiveram aumento real nos últimos anos. Além disso, o sindicato denuncia que a companhia, gerida pelo governo do Estado de São Paulo, vem promovendo “cortes drásticos” de verbas destinadas ao plano de saúde oferecido aos funcionários. Ao todo, foram...

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (29), trabalhadores do Metrô de São Paulo decidiram adiar a greve inicialmente prevista para acontecer nesta terça-feira (30). De acordo com o Sindicato dos Metroviários, a paralisação de 24 horas deverá acontecer no dia 7 de maio.

Os trabalhadores reivindicam melhorias nos salários e nos benefícios, como Vale Alimentação e Vale Refeição, que não tiveram aumento real nos últimos anos. Além disso, o sindicato denuncia que a companhia, gerida pelo governo do Estado de São Paulo, vem promovendo “cortes drásticos” de verbas destinadas ao plano de saúde oferecido aos funcionários.

Ao todo, foram cinco reuniões de negociação entre o sindicato e o Metrô que terminaram sem acordo. Nesta segunda-feira (29), antes dos trabalhadores decidirem adiar a greve, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) determinou pagamento de reajuste com base no IPC-FIPE aos metroviários com efeitos em maio, com multa diária de R$ 300 mil em caso de descumprimento.

Caso a greve ainda seja realizada, a Justiça trabalhista determinou que ao menos 70% dos metroviários devem trabalhar nos horários de pico e pelo menos 50% devem comparecer nos demais horários, sob pena de multa R$ 200 mil.

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O sindicato decidirá na próxima segunda-feira (6), em nova assembleia, os detalhes da paralisação.

 

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