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10 de janeiro de 2018, 12h25

Três jovens são condenados pela morte da cantora do Grupo Kaoma, Loalwa Braz

Loalwa Braz ficou mundialmente conhecida pela lambada "Chorando Se Foi" no fim dos anos 1980

Loalwa Braz ficou mundialmente conhecida pela lambada “Chorando Se Foi” no fim dos anos 1980 Da Redação* Três jovens foram condenados nesta segunda-feira (8) pela morte da cantora Loalwa Braz, 63, do grupo Kaoma, em janeiro de 2017. Wallace de Paula Vieira, de 23 anos, Gabriel Ferreira dos Santos, 21, e Lucas Silva de Lima, 18, foram condenados pela juíza Aline Dias, da 1ª Vara de Saquarema, por latrocínio (roubo seguido de morte). Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais. A cantora foi queimada viva dentro de seu carro em Saquarema,...

Loalwa Braz ficou mundialmente conhecida pela lambada “Chorando Se Foi” no fim dos anos 1980

Da Redação*

Três jovens foram condenados nesta segunda-feira (8) pela morte da cantora Loalwa Braz, 63, do grupo Kaoma, em janeiro de 2017. Wallace de Paula Vieira, de 23 anos, Gabriel Ferreira dos Santos, 21, e Lucas Silva de Lima, 18, foram condenados pela juíza Aline Dias, da 1ª Vara de Saquarema, por latrocínio (roubo seguido de morte).

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A cantora foi queimada viva dentro de seu carro em Saquarema, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Loalwa ficou mundialmente conhecida pela lambada “Chorando Se Foi” no fim dos anos 1980.

Wallace, que trabalhava como caseiro na pousada da cantora, foi condenado a 37 anos por latrocínio e também por causar incêndio em casa habitada. Já Gabriel e Lucas foram condenados respectivamente a 28 e 22 anos por latrocínio. Eles não poderão recorrer em liberdade.

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De acordo com a investigação do caso, Loalwa estava dormindo quando os condenados arrombaram a porta do quarto e a agrediram com pauladas, golpes de faca, chutes, socos e enforcando-a. Loalwa, no entanto, não teria morrido após essas agressões. Em seguida, eles roubaram sua residência e a levaram para o carro, onde ainda viva, atearam fogo.

A juíza, em sua decisão, afirmou que a autoria do crime pelos réus é inconteste, uma vez que eles foram presos em flagrante delito após a prática do crime, além da confissão dos próprios réus e a apreensão dos itens roubados.

*Com informações do UOL

Foto: Divulgação

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