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30 de dezembro de 2017, 10h19

Trump recua em briga judicial e Forças Armadas permitirão transgêneros

Casa Branca desistiu de recorrer da decisão de dois tribunais federais de segunda instância, que haviam determinado a derrubada do decreto de Trump proibindo a entrada dos transgêneros.

Casa Branca desistiu de recorrer da decisão de dois tribunais federais de segunda instância, que haviam determinado a derrubada do decreto de Trump proibindo a entrada dos transgêneros. Da Redação* Depois de muita pressão, o Pentágono anunciou que as Forças Armadas dos Estados Unidos passarão a admitir transgêneros a partir de segunda-feira (1º), em um recuo do presidente Donald Trump, que havia decidido revogar a medida. De acordo com as autoridades de Defesa, a Casa Branca desistiu de recorrer da decisão de dois tribunais federais de segunda instância, que haviam determinado a derrubada do decreto de Trump proibindo proibindo a entrada...

Casa Branca desistiu de recorrer da decisão de dois tribunais federais de segunda instância, que haviam determinado a derrubada do decreto de Trump proibindo a entrada dos transgêneros.

Da Redação*

Depois de muita pressão, o Pentágono anunciou que as Forças Armadas dos Estados Unidos passarão a admitir transgêneros a partir de segunda-feira (1º), em um recuo do presidente Donald Trump, que havia decidido revogar a medida. De acordo com as autoridades de Defesa, a Casa Branca desistiu de recorrer da decisão de dois tribunais federais de segunda instância, que haviam determinado a derrubada do decreto de Trump proibindo proibindo a entrada dos transgêneros.

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As sentenças das cortes, uma do Estado de Washington (noroeste) e outra da Virgínia, foram anunciadas na semana passada. Isso fará com que se mantenha o cronograma previsto em 2016, com a decisão de Barack Obama.

Trump, porém, pode tentar novamente retomar a proibição. Membros do Departamento de Justiça afirmaram à agência de notícias Reuters que o governo encomendou um estudo independente para embasar a iniciativa presidencial.

A revogação do decreto de Obama ocorreu em julho. O presidente disse que os militares “não podem ser atrapalhados pelos tremendos gastos médicos e a perturbação que podem implicar a existência de transgêneros militares”. Isso levou a quatro liminares de juízes federais de primeira instância impedindo sua aplicação até acabar a disputa na Justiça. Eles consideraram que a ordem violava o direito constitucional de que todos são iguais perante a lei.

*Com informações da Folha de S.Paulo

Foto: Commons

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