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28 de outubro de 2018, 16h58

TSE pede a Roger Waters explicações sobre processo movido por Bolsonaro

Segundo a coligação de Bolsonaro, houve propaganda irregular em favor do petista no "gigantesco show" em São Paulo, no qual veiculou no telão a mensagem "#ELE NÃO", que se tornou "instrumento de campanha negativa contra o candidato Jair Bolsonaro".

Foto: Mídia Ninja
O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que os produtores do show de Roger Waters no Brasil apresentem a defesa do músico na ação proposta por Jair Bolsonaro (PSL) que acusa o Pink Floyd de uma “ação totalmente arquitetada e premeditada” para ajudar a campanha de Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial. Segundo a coligação de Bolsonaro, houve propaganda irregular em favor do petista no “gigantesco show” em São Paulo, no qual veiculou no telão a mensagem “#ELE NÃO”, que se tornou “instrumento de campanha negativa contra o candidato Jair Bolsonaro”. Diz ainda que houve manifestações políticas...

O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que os produtores do show de Roger Waters no Brasil apresentem a defesa do músico na ação proposta por Jair Bolsonaro (PSL) que acusa o Pink Floyd de uma “ação totalmente arquitetada e premeditada” para ajudar a campanha de Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial.

Segundo a coligação de Bolsonaro, houve propaganda irregular em favor do petista no “gigantesco show” em São Paulo, no qual veiculou no telão a mensagem “#ELE NÃO”, que se tornou “instrumento de campanha negativa contra o candidato Jair Bolsonaro”. Diz ainda que houve manifestações políticas em shows em Brasília e Minas Gerais.

A ação pede que Haddad e a candidata a vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), sejam declarados inelegíveis por oito anos.

O ministro determinou que os produtores do show e os candidatos apresentem suas defesas. Após a análise, o relator pode decidir se dá prosseguimento ou não à investigação.

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