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18 de fevereiro de 2014, 16h27

Uganda aprova lei que proíbe o uso de minissaias

No país africano, usar roupas curtas é considerado um comportamento que provoca "excitação sexual" e "corrompe a moral"

No país africano, usar roupas curtas é considerado um comportamento que provoca “excitação sexual” e “corrompe a moral” Por Redação Qualquer ato que “uma desnecessária sensibilidade de natureza sexual” será vetado e punido (Foto: Reprodução) Nesta terça-feira (18), o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, sancionou lei antipornografia que proíbe qualquer “comportamento erótico” capaz de causar excitação sexual ou materiais que façam referência a seios, coxas e nádegas. Nisso se enquadra o uso de minissaias e outras peças de roupa curtas, por exemplo. O projeto de lei havia passado pelo Parlamento em dezembro, mas aguardava a rubrica da autoridade máxima do país. A...

No país africano, usar roupas curtas é considerado um comportamento que provoca “excitação sexual” e “corrompe a moral”

Por Redação

Qualquer ato que “uma desnecessária sensibilidade de natureza sexual” será vetado e punido (Foto: Reprodução)

Nesta terça-feira (18), o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, sancionou lei antipornografia que proíbe qualquer “comportamento erótico” capaz de causar excitação sexual ou materiais que façam referência a seios, coxas e nádegas. Nisso se enquadra o uso de minissaias e outras peças de roupa curtas, por exemplo.

O projeto de lei havia passado pelo Parlamento em dezembro, mas aguardava a rubrica da autoridade máxima do país. A partir de agora, qualquer ato que provoque “uma desnecessária sensibilidade de natureza sexual” pode ser considerado delito. Serão vetados todos os tipos de práticas culturais, comportamento ou publicações (literatura, jornalismo, entretenimento ou fotografia) que tendam “a corromper a moral”.

O presidente deve aprovar ainda a “lei homofóbica”, também validada pelos parlamentares em dezembro último. Em Uganda, a homossexualidade já é encarada como crime, mas a norma traz um fato novo:  prevê prisão perpétua para quem praticar atos homossexuais.

Veja também:  MP aponta fortes indícios de “organização criminosa” em gabinete de Flávio Bolsonaro desde 2007

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