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04 de julho de 2013, 16h18

“Um dia vai precisar da gente e vou lembrar de sua linda fisionomia”, diz médico a publicitário natalense

Médicos atacam e ironizam, na internet, homem que se manifestou contrário ao protesto da classe

Médicos atacam e ironizam, na internet, homem que se manifestou contrário ao protesto da classe

Por Daniel Dantas, em Cartapotiguar

Nesta quarta-feira, o publicitário Carlos Fialho cometeu um crime mortal: ironizou os médicos que se opõem à vinda de médicos estrangeiros para o Brasil e que fizeram protestos em todo país.

Crítica e discordância são normais no mundo democrático – talvez a exceção seja o Rio Grande do Norte ou o estado não é mesmo um território democrático.

Fialho foi alvo de ameaças e intimidações depois de emitir suas opiniões. Algumas das ameaças, como quando um médico lhe disse que guardaria seu rosto para um eventual atendimento de emergência, parecem retiradas de ficção e, por isso mesmo, caso de polícia.

Notadamente, Robson Alencar Souza disse algo assustador: “@cfialho mas um dia vai precisar da gente e vou lembrar de sua linda fisionomia”.

E pensar que mais cedo houve quem questionasse porque a #RevoltadoBusao não estava apoiando o protestos dos médicos. Falei, por mim, que não iria às ruas defender ideias das quais não comungo, como no que diz respeito à importação de profissionais. A postura desses médicos comprova que eu tinha razão. Vou registrar seus nomes para que, enquanto possível, nunca os procure.

O empresário Gustavo Rocha também postou ameaças: “Médico bom anda com anel de formatura, faz juramento de Hipócrates e tem o santinho do Carlos Fialho para triagem no pronto-socorro”.

Leia a seguir o que foi dito a Fialho: