13 de dezembro de 2018, 15h44

Unesco reconhece união homoafetiva como patrimônio mundial

Decisão do STF de reconhecer, em 2011, a união homoafetiva e a garantia dos direitos fundamentais aos homossexuais, recebeu o certificado MoWBrasil 2018, oferecido pelo Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco

Foto: Reprodução A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer, em 2011, a união homoafetiva e a garantia dos direitos fundamentais aos homossexuais, recebeu o certificado MoWBrasil 2018, oferecido pelo Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). As informações são da Agência Brasil. A iniciativa foi inscrita como patrimônio documental da humanidade no Registro Nacional do Brasil. Ayres Britto, ex-ministro do STF, que foi o relator das ações que trataram do assunto, representou a Corte durante cerimônia no Rio de Janeiro. Fórum precisa ter um...

Foto: Reprodução

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer, em 2011, a união homoafetiva e a garantia dos direitos fundamentais aos homossexuais, recebeu o certificado MoWBrasil 2018, oferecido pelo Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). As informações são da Agência Brasil.

A iniciativa foi inscrita como patrimônio documental da humanidade no Registro Nacional do Brasil. Ayres Britto, ex-ministro do STF, que foi o relator das ações que trataram do assunto, representou a Corte durante cerimônia no Rio de Janeiro.

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“A Constituição é arejadora dos costumes e sabe enterrar ideias mortas”, destacou o magistrado. “(A decisão do STF) é de proibição do preconceito em função do modo sexual de ser das pessoas”, afirmou.

Ayres Britto disse, ainda, que este é um caminho de qualidade civilizatória democrática e humanista. “É caminho sem volta, é descolonização mental”.

Jussara Derenji, presidente do Comitê Nacional da Memória do Mundo da Unesco, ressaltou que “um caleidoscópio da história está se formando através de novas contribuições das instituições nacionais”.

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