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02 de março de 2015, 17h13

Uruguai: Maconha sim, álcool não

Recém empossado, o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, anunciou que implantará medidas fortes contra o consumo de álcool, nos moldes da campanha anti-tabaco que emplacou em sua primeira gestão.

Recém-empossado, o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, anunciou que implantará medidas fortes contra o consumo de álcool, nos moldes da campanha antitabaco que emplacou em sua primeira gestão  Por Redação  Sucessor do carismático José Pepe Mujica, o novo presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, deve dar continuidade a uma agenda de pautas progressistas deixadas pelo seu antecessor. Depois de legalizar o consumo e a produção de maconha, o governo deve investir agora na inibição do consumo de álcool. O anúncio foi feito pelo próprio Vázquez em discurso neste domingo (1), dia de sua posse. “Serão aprofundados os programas de saúde mental assim como...

Recém-empossado, o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, anunciou que implantará medidas fortes contra o consumo de álcool, nos moldes da campanha antitabaco que emplacou em sua primeira gestão 

Por Redação 

Sucessor do carismático José Pepe Mujica, o novo presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, deve dar continuidade a uma agenda de pautas progressistas deixadas pelo seu antecessor. Depois de legalizar o consumo e a produção de maconha, o governo deve investir agora na inibição do consumo de álcool. O anúncio foi feito pelo próprio Vázquez em discurso neste domingo (1), dia de sua posse.

“Serão aprofundados os programas de saúde mental assim como os de prevenção e controle do consumo de tabaco, drogas e álcool (…) Em relação ao alcoolismo, vamos desenvolver ações similares muito fortes, como as que desenvolvemos na luta contra o tabagismo”, anunciou o presidente em um discurso de mais de 30 minutos, transmitido em cadeia nacional.

Vázquez foi o protagonista do maior programa antitabaco da história do país, que começou em 2006. Na época, o Uruguai se tornou o primeiro país da América Latina a proibir o fumo em espaços públicos fechados.

Veja também:  O principal intérprete da crise brasileira

Foto: Carlos Lebrato/FA 

 

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