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13 de fevereiro de 2019, 15h06

Vale questionou sobre rota de fuga em novembro, afirma moradora de Brumadinho

“Nós perguntamos se existia risco de aquilo acontecer. Disseram que não, que era uma medida preventiva", relata a agricultora Soraia Aparecida Campos Nunes. Ela e a família perderam a horta que garantia sua subsistência

Foto: Reprodução
A agricultora Soraia Aparecida Campos Nunes, moradora do Parque das Cachoeiras, um bairro rural na cidade de Brumadinho, Minas Gerais, afirmou que técnicos da Vale visitaram a chácara onde ela mora em novembro do ano passado. Na ocasião, afirma Soraia, questionaram se ela e a família tinham uma rota de fuga caso a barragem rompesse. “Nós perguntamos se existia risco de aquilo acontecer. Disseram que não, que era uma medida preventiva. Mas com certeza eles já sabiam”, acredita ela, que nesta quarta-feira (13) participou de reunião da comissão geral sobre a tragédia na Câmara dos Deputados. Leia também: Parlamentares não entram...

A agricultora Soraia Aparecida Campos Nunes, moradora do Parque das Cachoeiras, um bairro rural na cidade de Brumadinho, Minas Gerais, afirmou que técnicos da Vale visitaram a chácara onde ela mora em novembro do ano passado. Na ocasião, afirma Soraia, questionaram se ela e a família tinham uma rota de fuga caso a barragem rompesse.

“Nós perguntamos se existia risco de aquilo acontecer. Disseram que não, que era uma medida preventiva. Mas com certeza eles já sabiam”, acredita ela, que nesta quarta-feira (13) participou de reunião da comissão geral sobre a tragédia na Câmara dos Deputados.

Leia também: Parlamentares não entram em acordo sobre CPI para investigar Brumadinho

Soraia e a família, cuja casa fica em uma região alta, seguem morando no Parque das Cachoeiras, mas perderam a horta que garantia sua subsistência. Na sessão, a agricultora, membro do Sindicato Rural de Brumadinho e representante da Associação de Moradores do Parque das Cachoeiras, pediu que os deputados não permitam que a Vale saia impune.

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Fórum procurou a assessoria de comunicação da Vale e questionou a empresa sobre o episódio relatado pela moradora. A empresa ainda não respondeu o contato.

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