15 de janeiro de 2019, 10h57

VÍDEO: Dória diz que agora em SP “bandido não vai para a delegacia, nem para a prisão, vai para o cemitério”

A declaração mostra a intenção do tucano de se aproximar cada vez mais do populismo de extrema-direita de Bolsonaro e de governadores próximos a ele, como Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro.

Divulgação/Governo de São Paulo
Em mais um discurso populista de marketing para se aproximar de Jair Bolsonaro (PSL) e de líderes da extrema-direita, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) disse que “em São Paulo, a partir de agora, imobilização do bandido que estiver armado, se ele assim reagir, ele não vai para a delegacia, nem para a prisão. Ele vai para o cemitério”. A declaração foi dada na última quinta-feira (11), durante o anúncio de disponibilização de 5 mil armas calibre 12 que serão usadas pelas equipes de radiopratrula da Polícia Militar. Segundo o governo do Estado, todas as viaturas que prestam...

Em mais um discurso populista de marketing para se aproximar de Jair Bolsonaro (PSL) e de líderes da extrema-direita, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) disse que “em São Paulo, a partir de agora, imobilização do bandido que estiver armado, se ele assim reagir, ele não vai para a delegacia, nem para a prisão. Ele vai para o cemitério”.

A declaração foi dada na última quinta-feira (11), durante o anúncio de disponibilização de 5 mil armas calibre 12 que serão usadas pelas equipes de radiopratrula da Polícia Militar. Segundo o governo do Estado, todas as viaturas que prestam o atendimento das chamadas 190 estarão equipadas, em até 60 dias.

Antes, as espingardas de calibre 12 eram destinadas apenas para as operações noturnas. Nos atendimentos diurnos, as equipes saiam com pistolas .40.

A ação e o discurso mostram o objetivo de Doria em se aproximar cada vez mais do populismo de extrema-direita do presidente e de governadores próximos a ele, como Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro.