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24 de dezembro de 2016, 13h27

Vídeo que denuncia uso da mulher na publicidade é um dos mais vistos de 2016

Um dos vídeos que mais viralizou, em 2016, com mais de dois milhões de visualizações só no Brasil, mostra o uso indiscriminado da mulher na publicidade. Relembre aqui.

Um dos vídeos que mais viralizou, em 2016, com mais de dois milhões de visualizações só no Brasil, mostra o uso indiscriminado da mulher na publicidade. Relembre aqui. Da Redação com informações do Fórum Econômico Mundial Um dos vídeos que mais viralizou, em 2016, com mais de dois milhões de visualizações só no Brasil, mostra o uso indiscriminado da mulher na publicidade. O filme faz parte da campanha #WomenNotObjects, e foi criado por Madonna Badger, executiva de publicidade. Ao falar para o Wall Street Journal, Badger conta que já trabalhou em empresas duvidosas, que exploram o corpo da mulher, como...

Um dos vídeos que mais viralizou, em 2016, com mais de dois milhões de visualizações só no Brasil, mostra o uso indiscriminado da mulher na publicidade. Relembre aqui.

Da Redação com informações do Fórum Econômico Mundial

Um dos vídeos que mais viralizou, em 2016, com mais de dois milhões de visualizações só no Brasil, mostra o uso indiscriminado da mulher na publicidade. O filme faz parte da campanha #WomenNotObjects, e foi criado por Madonna Badger, executiva de publicidade.
Ao falar para o Wall Street Journal, Badger conta que já trabalhou em empresas duvidosas, que exploram o corpo da mulher, como a Calvin Klein. Depois de perder suas três filhas em um incêndio em casa, ela começou a demonstrar o impacto prejudicial que esses anúncios podem ter em meninas e mulheres.
Há uma ampla pesquisa para apoiar sua cruzada. Em 2007, a American Psychological Association concluiu que o uso sexual das mulheres em revistas, filmes, programas de TV e sites está ligada a problemas de saúde mental, distúrbios alimentares, baixa auto-estima e depressão em meninas e mulheres. “As consequências do uso indiscriminado da sexualidade das meninas na mídia hoje são muito reais e, provavelmente, serão uma influência negativa sobre o desenvolvimento saudável das meninas”, disse na época o chefe da força-tarefa da APA.
Relembre o vídeo, que foi publicado em janeiro deste ano, aqui:

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