Seja Sócio Fórum
25 de março de 2019, 23h02

Wikileaks denuncia que presidente do Equador “vendeu” Assange aos EUA em troca de redução de dívida

Além disso, informações indicam o início de uma investigação para apurar supostos crimes de corrupção envolvendo Lenín Moreno

Foto: Wikimedia Commons
O Wikileaks voltou a provocar repercussão. Nesta segunda-feira (25), a organização divulgou informações que indicam o início de uma investigação para apurar supostos crimes de corrupção envolvendo o presidente do Equador, Lenín Moreno. Conhecido por divulgar documentos sigilosos, o Wikileaks publicou conteúdos vazados do iPhone do próprio Moreno. Estas mensagens de WhatsApp, Telegram e GMail apontam supostos crimes de lavagem de dinheiro por intermédio de empresas fantasmas. Além disso, o material aponta que o presidente equatoriano teria tentado “vender” Julian Assange, o criador do Wikileaks, para os Estados Unidos em troca de redução na dívida do Equador. Em dezembro de...

O Wikileaks voltou a provocar repercussão. Nesta segunda-feira (25), a organização divulgou informações que indicam o início de uma investigação para apurar supostos crimes de corrupção envolvendo o presidente do Equador, Lenín Moreno.

Conhecido por divulgar documentos sigilosos, o Wikileaks publicou conteúdos vazados do iPhone do próprio Moreno. Estas mensagens de WhatsApp, Telegram e GMail apontam supostos crimes de lavagem de dinheiro por intermédio de empresas fantasmas.

Além disso, o material aponta que o presidente equatoriano teria tentado “vender” Julian Assange, o criador do Wikileaks, para os Estados Unidos em troca de redução na dívida do Equador.

Em dezembro de 2018, Moreno havia garantido que o Reino Unido deu garantias de que Assange não seria extraditado para nações com pena de morte.

Assange, por sua vez, se pronunciou, dizendo que o Equador queria acabar com seu asilo e entregá-lo aos Estados Unidos. O desejo do país de Donald Trump é julgar o ativista australiano pela divulgação de milhares de documentos militares.

Nossa sucursal em Brasília já está em ação. A Fórum é o primeiro veículo a contratar jornalistas a partir de financiamento coletivo. E para continuar o trabalho precisamos do seu apoio. Saiba mais.

Fórum em Brasília, apoie a Sucursal

Fórum tem investido cada dia mais em jornalismo. Neste ano inauguramos uma Sucursal em Brasília para cobrir de perto o governo Bolsonaro e o Congresso Nacional. A Fórum é o primeiro veículo a contratar jornalistas a partir de financiamento coletivo. E para continuar o trabalho precisamos do seu apoio. Clique no link abaixo e faça a sua doação.

Apoie a Fórum